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Foguete da Nasa destrói “arco-íris” no lançamento

Imagens divulgadas no site da Nasa mostram veículo dissipando parélio, fenômeno de luz semelhante ao arco-íris  

A Nasa já começou sua nova missão de exploração solar com um grande espetáculo no lançamento: o foguete Atlas V destruiu um parélio (espécie de arco-íris, confira explicação abaixo) que estava em seu caminho. Assista ao vídeo divulgado no site da Nasa. As imagens foram gravadas por Anna Herbst, uma garota de 13 anos que assistia ao lançamento no Cabo Canaveral:

O parélio é um fenômeno que acontece quando a luz solar é refratada em cristais de gelo em forma de placas nas nuvens. Durante o lançamento, o foguete Atlas V, que carregava o Observatório da Dinâmica Solar da Nasa (SDO), passou pela luz colorida formada pelo parélio. O choque produziu ondas que destruíram o alinhamento dos cristais de gelo e, consequentemente, acabaram com a espécie de “arco-iris” no céu.

No vídeo, podemos ouvir a comemoração dos que assistiam ao lançamento na Flórida e não esperavam o acontecimento. 

O SDO é um observatório construído pela Nasa para monitorar a atividade solar e fornecer imagens com qualidade IMAX da estrela. O choque com o parélio, não interferiu no lançamento, pelo contrário, foi visto pelos cientistas da agência como um sinal de que a missão já começou bem.

Até o final de fevereiro, o observatório estará em processo de entrar em órbita. Depois, os instrumentos serão ligados e as primeiras imagens do Sol estarão disponíveis no mês de abril. A missão de estudo do astro terá a duração de cinco anos. Fonte: Galileu.

Nasa encontra asteroides ‘invisíveis’ próximos à Terra

Telescópio infravermelho da agência espacial encontrou corpos escuros, que não refletem muita luz (por isso invisíveis aos telescópios comuns) orbitando perto do nosso planeta

Acima: Imagem de telescópio infravermelho mostra rastro de asteroide oculto aos equipamentos comuns. Crédito: NASA/JPL-Caltech/UCLA.

Uma missão da Nasa encontrou 16 asteroides “escuros” em órbitas próximas ao nosso planeta. Normalmente, a escuridão desses asteróides faz com que eles não sejam percebidos em missões que visam localizar objetos potencialmente ameaçadores à Terra. Por isso, o telescópio infravermelho Wise (Wide-Field Infrared Survey Explorer), lançado em 14 de dezembro começou a mapear o espaço em meados de janeiro para encontrar esse tipo de corpo celeste.

Os asteroides escuros absorvem a maior parte da luz solar que recebem e aquecem, por isso tornam-se visíveis sob a radiação infravarmelha emitida pelo telescópio. A maioria deles reflete menos de um décimo da luz solar que incide neles e, por isso, não são visíveis pelos métodos comuns. Um deles é tão escuro que reflete apenas 5% da luz. Fonte: Galileu.

MARTE NA TERRA

Foto mostra região da Antártida mais parecida com a paisagem de Marte

Vales Secos de McMurdo abrigam bactérias nas rochas

Acima: Foto foi tirada de instrumento instalado no satélite Terra (Foto: Nasa/GSFC/METI/ERSDAC/Jaros e ASTER Science Team).

Imagem divulgada pela Nasa mostra a região dos Vales Secos, a oeste do Estreito de McMurdo, na Antártida. A região foi assim batizada por causa de sua umidade extremamente baixa e falta de neve e de cobertura de gelo. Bactérias fotossintéticas foram localizadas no interior relativamente úmido das rochas da área. Cientistas consideram os Vales Secos o ambiente terrestre mais próximo do encontrado no planeta Marte.

A foto foi registrada pelo Aster, um dos cinco instrumentos de observação instalados no satélite Terra, lançado em 18 de dezembro de 1999. O Aster foi construído pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão. Um grupo de cientistas americanos e japoneses é responsável pela validação e calibragem do instrumento e pela consolidação dos dados produzidos pelo Aster. Fonte: G1.

VIDA NO GELO

Nasa descobre crustáceo que vive sob camada de gelo de 183 metros

Animal foi encontrado na Antártida, a 20 km do mar aberto

Parecido com um camarão, ele tem 8 cm de comprimento

Um animal parecido com um camarão foi descoberto por cientistas da Nasa, a agência espacial dos EUA, em um local da Antártida onde o mar está coberto por uma camada de gelo de 183 metros de altura. O crustáceo, que tem oito centímetros de comprimento, foi encontrado em um ponto que o mar aberto está a 20 quilômetros de distância. Fonte: G1.

Assista vídeo do animal desconhecido

Atividade solar pode interferir com comunicações na Terra até 2012, dizem cientistas

Atividade solar intensa pode prejudicar comunicações na Terra

A atividade na superfície do Sol vem se intensificando e poderá provocar interferências nas redes de comunicação da Terra nos próximos dois anos, segundo adverte um grupo de cientistas em antecipação ao lançamento de um novo observatório solar da Nasa, a agência espacial americana.

Novas fotos feitas por telescópios espaciais mostram um aumento significativo das chamadas labaredas solares e de regiões de poderosos campos magnéticos conhecidos como pontos solares após um período com a mais baixa atividade solar em quase um século.

A atividade solar intensa pode prejudicar o campo de proteção magnética da Terra, provocando sérios problemas nos sistemas de comunicação e até mesmo nos sistemas de distribuição de energia elétrica.

Segundo os cientistas, o pico da atividade solar poderá ocorrer em meados de 2012, elevando o risco de problemas com transmissões de televisão e redes de internet e o risco de apagões durante os Jogos Olímpicos de Londres.

‘Maluco’

“Nos últimos três anos, a superfície do Sol havia se acalmado bastante por um tempo. A cada 11 anos as labaredas reaparecem, e de repente vemos a retomada dessa atividade”, afirma a astrônoma Heather Couper, ex-presidente da Associação Britânica de Astronomia.

“O Sol é uma grande massa magnética, e se há qualquer interrupção nos campos magnéticos, o Sol fica meio maluco, então temos essas incríveis explosões e labaredas e coisas que provocam fenômenos como as auroras boreais”, explica Couper.

“Quando o Sol tem uma labareda, isso pode realmente afetar as conexões elétricas no nosso planeta. Isso já provocou até mesmo no passado a interrupção dos negócios nas bolsas de valores de Tóquio e no Canadá”, diz a astrônoma.

Sem explicações

Apesar de os cientistas conhecerem bem as consequências do aumento da atividade solar, eles ainda não têm muitas explicações para a origem do fenômeno, muito menos condições de prever sua ocorrência.

Os pesquisadores esperam que o lançamento do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, nesta semana, os ajude a coletar dados que os ajudem a dar avisos antecipados da ocorrência de labaredas solares e de tormentas magnéticas.

Segundo eles, as consequências podem ser minimizadas com o desligamento de circuitos eletrônicos sensíveis antes das tormentas magnéticas, reduzindo o risco de danos a satélites de transmissão.

A sonda da Nasa, ficará na órbita da Terra por cinco anos para investigar as causas da atividade solar intensa. Fonte: BBC.

Nibiru

Está confirmada a presença de um grande astro no Sistema Solar, que pode causar cataclismos e mudanças no planeta Terra em 2012

De uns anos para cá, expressões como Nibiru e Planeta X se tornaram motivo de grande interesse e controvérsia na internet e nas comunidades ufológicas brasileira e mundial. Todos estes termos se referem à mesma coisa, um grande e desconhecido objeto existente no Sistema Solar, que é melhor identificado com o termo genérico Planeta X. Na Antigüidade, os sumérios o chamaram de Nibiru e o descreviam como sendo várias vezes maior do que a Terra, com um período orbital de cerca de 3.600 anos. Este objeto pode ser um cometa, um “planeta vagabundo” ou uma estrela anã escura companheira do Sol, não se sabe ao certo. A procura por este perturbador artefato celeste remonta à descoberta de Urano, em 1781, e hoje é constante. Alguns estudiosos dizem que, nos próximos anos, o Planeta X ou Nibiru penetrará em nosso sistema estelar e enfurecerá o Sol. Há até uma data aludida com freqüência para que tal fato ocorra: 2012. Com isso, teria início um período de sofrimento para a Terra, que se veria imersa em uma terrível tempestade solar. Com um cenário tão dramático, o que todos se perguntam é: poderemos sobreviver? No século XIX, o cientista Louis Pasteur declarou que “a chance favorece as mentes preparadas”. A frase é clara, mas, mesmo que possamos pensar em construir refúgios para escaparmos de eventuais tragédias, não há garantias. De qualquer modo, uma preparação mental e emocional da humanidade parece ser o caminho para a sobrevivência aos períodos drásticos que virão, caso se concretizem as sombrias previsões.

No passado, tivemos cataclismos e fenômenos naturais que custaram muito caro à espécie humana. Se recuarmos cerca de 11.000 anos no tempo – o equivalente a três vezes o período orbital de Nibiru –, chegaremos à catástrofe que vitimou a lendária Atlântida e, cerca de 1.500 anos antes, acharemos o cataclismo que vitimou o igualmente polêmico continente de Mu. Alguns historiadores atestam que, em ambas as situações, a Terra teria ficado praticamente vazia, sem vida. Estima-se que, só em Mu, teria havido o desaparecimento de 60 milhões de pessoas, vítimas da tragédia. Não se conseguiu calcular quantas teriam sucumbido com o afundamento da Atlântida. 

Posteriormente, no século XIV, tivemos o triste fenômeno da Peste Negra, que aniquilou dois-terços da população planetária, que pode ser um bom exemplo do que a natureza é capaz de fazer, quando zangada. As conseqüências da peste não tardaram a aparecer, e muitos sobreviventes concluíram que a Igreja Católica não era tão eficiente assim, visto não ter conseguido protegê-los da catástrofe. Assim, deixaram de acreditar na instituição, abandonaram sua fé e começaram a procura por respostas em outras áreas, o que levou à emergência da medicina. É bem provável que, desta vez, se e quando Nibiru entrar de fato em conflito com o Sol, tenhamos de suportar sofrimentos bem mais devastadores do que os da Peste Negra. Mas é preciso ter em mente que isto poderá também nos levar a fortes eventos evolucionários, nos quais a humanidade poderá se libertar dos grilhões da atual loucura coletiva, criando um mundo muito mais espiritual e solidário. O pior desafio que poderemos enfrentar não será o próprio Nibiru, embora ele nos traga terríveis tempestades de meteoros e muitos impactos. A interação entre ele e o Sol será muito pior. Para alguns autores, é preciso compreender que não enfrentaremos desafios de um dia catastrófico em sentido bíblico, mas sim a ruína progressiva do mundo inteiro, em escala global. Mas, como já aconteceu no passado, Nibiru engatilhará a reunião de múltiplos eventos naturais e os devido à ação humana, que deverá durar anos. Quando o pesadelo terminar, a nova humanidadecomposta pelos sobreviventes e seus descendentes, adaptados à nova realidade, algumas décadas após o cataclismo –, poderá experimentar uma nova forma de vida, que alguns já chamam de Idade de Ouro.

A descoberta de Nibiru

O primeiro registro do misterioso objeto celeste apareceu em 1983, transmitido pelo recém lançado satélite IRAS [Infrared Astronomical Satellite ou Satélite Astronômico Infravermelho], pioneiro na descoberta. A notícia foi dada pelo jornal Washington Post. “Foi encontrado, por um telescópio em órbita da Terra, um corpo celeste tão grande quanto Júpiter, que faz parte do nosso Sistema Solar. Ele estaria na direção da Constelação de Órion”. Em 1992, veio a confirmação da descoberta pelo cientista Robert Harrington, então diretor do Observatório Naval dos Estados Unidos. “A massa deste corpo celeste é quatro vezes maior do que a da Terra e trata-se, provavelmente, de uma estrela anã escura, cuja órbita a leva de um lado a outro do nosso Sistema Solar”, disse Harrington. Ainda em 1992, os sinais ficaram mais precisos. Um informe da NASA dava conta de que “desvios inexplicáveis nas órbitas de Urano e Netuno apontavam para um grande corpo fora do Sistema Solar, de massa entre quatro a oito vezes a da Terra, numa órbita altamente inclinada e a mais de 11 bilhões de quilômetros do Sol”. Estava consumado que o artefato celeste era real, mas seria este corpo, que já estava apelidado de Planeta X, o mesmo Nibiru previsto pelos sumérios na Antigüidade? Sim, é o mesmo objeto que foi revelado pelo estudioso de civilizações antigas Zecharia Sitchin em suas obras. Da mesma forma, a Bíblia Kolbrin, escrita pelos egípcios após o Êxodo e pelos celtas após a morte de Jesus, oferece extensos informes históricos sobre as andanças deste planeta. Os egípcios o chamavam de O Destruidor, confirmando os Evangelhos. Os druidas, antepassados dos celtas, o chamavam de O Espantador ou O Apavorante.

Há dados concretos sobre a existência de Nibiru. Astronomicamente, denomina-se “perturbação” a alteração da órbita de um planeta pela interação gravitacional de um ou mais corpos celestes. Durante milênios, o planeta Saturno foi o mais próximo de nós, visível a olho nu. Mas, após a descoberta do telescópio, as coisas mudaram. Os astrônomos descobriram perturbações na órbita de Saturno, e isso levou à descoberta de Urano, em 1781, pelo astrônomo alemão William Herchel. Naquele momento, Nibiru estava “andando” no Sistema Solar. Em seguida, perturbações da órbita de Urano levaram à descoberta de Netuno, em 1846, pelo matemático alemão Johann Gall, apenas por cálculos matemáticos. E, então, apareceram perturbações da órbita de Netuno, o que levou o matemático francês Urbain Le Verrier a anunciar que deveria existir outro planeta além de Netuno. Foi assim que surgiu a idéia do Planeta X, que hoje sabemos ser, de fato, o Nibiru dos sumérios. No início do século XX, Percival Lowell, fundador do Observatório Lowell, em Flagstaff, Arizona, começou a procurar o corpo que perturbava a órbita de Netuno. Catorze anos após sua morte, em 1916, seu assistente Clyde Tornbaugh descobriu Plutão [Tornbaugh foi um dos primeiros astrônomos a admitir ter visto UFOs]. Por um curto período, o novo corpo foi classificado como planeta, embora a Lua seja uma vez e meia maior do que ele. Recentemente, Plutão foi rebaixado à categoria de planeta anão, porque seria pequeno demais para justificar a enigmática perturbação sofrida por Netuno. Isso nos conduz de volta à descoberta de Le Verrier, que foi quem realmente forneceu, em 1846, os primeiros sinais da presença do Planeta X.

O milenar Calendário Maia já anunciava a chegada de Nibiru, assim como os sumérios sabiam de sua existência

Buscas confirmam o intruso

Atualmente, como está esta procura? Depois de oficialmente encontrado pelo satélite IRAS, o corpo foi confirmado, em abril de 2006, pelo telescópio SPT [South Pole Telescope ou Telescópio do Pólo Sul], localizado na estação polar Amundsen Scott, na Antártida. Este telescópio iniciou suas operações justamente naquele ano e é considerado um instrumento perfeito, no lugar perfeito e funciona no momento perfeito para observar o Planeta X. O SPT continua a seguir os movimentos do misterioso corpo, ininterruptamente. Toda esta vigilância aponta que o corpo ainda está muito além do Sistema Solar, embora sua ação já o esteja alterando, fazendo surgir sinais precursores de suas interferências. Muitos estudiosos dedicam significativos esforços para identificar as alterações causadas por Nibiru em nosso sistema estelar, e já identificaram várias. Por exemplo, o Sol, desde 1940, apresenta mais atividade do que nos 1.150 anos anteriores – o próximo ciclo solar será o mais violento de todos e terá seu pico justamente em 2012. Para eles, outras constatações em corpos do Sistema Solar são preocupantes. Quanto a Mercúrio, os cientistas ficaram surpresos ao encontrar no planeta uma calota de gelo polar e um campo magnético muito alto, estando ele tão próximo do Sol. E quanto a Vênus, novo espanto recente se deu quando ele aumentou seu brilho em 2.500%, junto com substanciais alterações globais de sua atmosfera.

Nada disso é obra do acaso. Na Terra, o debate sobre o aquecimento global mal terminou e constatamos condições atmosféricas bastante severas. Em Marte, o aquecimento global daquele planeta começou com gigantescos furacões e o desaparecimento de sua calota polar. Júpiter aumentou seu brilho em 200% nas nuvens que o rodeiam e suas luas apresentam significativo aquecimento. Em Saturno, o fluxo equatorial diminuiu dramaticamente em menos de 20 anos, mas surgiu uma grande fonte de raios gama, na freqüência dos raios X. Como Júpiter, a atividade auroral de Saturno aumentou muito. Mudanças significativas nas nuvens de Urano foram detectadas, e elas estão mais numerosas, ativas e brilhantes. Nada disso pode ser explicado naturalmente. Em 1846, o citado Le Verrier considerou Netuno um “revólver fumegante”. Pois bem, desde 1996, tem sido observado um aumento de 40% no brilho atmosférico do planeta, além de grandes tempestades, sendo que Netuno não tem capacidade natural para criar tais anomalias e está muito longe do Sol para sofrer os efeitos da atividade solar ampliada. Portanto, tal energia só pode estar chegando de um intruso invisível. O mesmo se dá com Plutão, que, em 1989, alcançou o ponto mais próximo do Sol e também começou a revelar uma forma de aquecimento global, tal como a Terra e Marte. Sua pressão atmosférica triplicou, enquanto a temperatura da superfície subiu 2º C, ao se afastar do Sol.

As características de Nibiru

O estranho corpo que hoje afeta o Sistema Solar tem características astronômicas distintas que podem ser deduzidas de observações diretas feitas recentemente. Por exemplo, sua órbita é excêntrica, elíptica e dramaticamente inclinada. Seu período orbital – tempo que o astro leva para dar uma volta completa em sua órbita, do periélio ao afélio, voltando ao ponto de origem – é de aproximadamente 3.660 anos. O periélio de Nibiru, ou seja, o ponto onde ele se encontra mais próximo do Sol, é de 2,85 AU ou unidades astronômicas [Uma UA é a distância média da Terra ao Sol, ou cerca de 150 milhões de quilômetros]. Assim, estando Marte a 1,52 AU do Sol, o ponto em que Nibiru estará mais próximo do astro ficará entre as órbitas de Marte e Júpiter, a cerca de 256 milhões de quilômetros do astro central. O Afélio do misterioso corpo, o ponto onde ele se encontra mais distante do Sol, é de 472 AU. Apenas para comparação, o afélio de Plutão é de 39,5 AU. Portanto, o Planeta X viaja para fora do Sistema Solar até um ponto a cerca de 12 vezes a distância de Plutão ao Sol. Para aumentar ainda mais a estranheza da situação, deve-se levar em conta um fator chamado de inclinação sobre a eclíptica. Aproximadamente 90% dos planetas visíveis estão no plano da eclíptica, mas a órbita de Nibiru está bem abaixo deste plano, praticamente perpendicular a ele. Estes dados podem ser confirmados por fontes da NASA. Hoje, sabemos que o corpo será visível com o uso de telescópios amadores, no Hemisfério Sul, a partir de maio de 2009. A olho nu, será inteiramente visível como um objeto vermelho brilhante, também em meados de 2009. Estudiosos garantem que, em 2012, Nibiru aparecerá como uma espécie de “segundo Sol” no céu.

A Terra suportará tsunamis de gigantescas proporções, que mudará a face do planeta durante milênios

As perspectivas são sombrias, como se pode constatar na cronologia presumida dos acontecimentos. Em 30 de abril de 2007, a distância do Sol a Nibiru foi de aproximadamente 14 AU, entrando na órbita de Saturno. Isto perturbou a maioria dos planetas e o astro central, que entrou num ciclo de 24 anos e chegará ao pico de atividade em 2012. A NASA anuncia que este ciclo será o pior dos últimos 400 anos. Na Terra, tivemos hoje um aumento no número e na intensidade de terremotos, bem como aumento de secas em várias localidades – recentemente, a China anunciou que centenas de pequenos reservatórios já secaram. Em 15 de maio de 2009, Nibiru estará a aproximadamente 11 AU do Sol. A superfície de Marte derreterá, descongelando seus vastos reservatórios de água congelada. Na Terra, haverá ainda mais terremotos, furacões e tornados. O mal tempo será extremo no mundo todo. Severas secas e terríveis dilúvios serão a regra, não a exceção. Poderosos flashes solares jogarão o caos em nossas redes de comunicação e as tempestades solares converterão em lixo nossas modernas tecnologias. É por isso que as nações mais ricas terão uma frota de seis observatórios solares em órbita do Sol, no final de 2008, para fornecerem a primeira linha de alarme das tempestades solares iminentes. Nibiru será visível com telescópios ou bons binóculos.

Em maio de 2011, o corpo estará logo abaixo do Sol, a 6,4 AU de distância. A esta altura, estará atravessando a camada mais densa do campo magnético solar, o que causará o aumento da interação entre os dois. Os habitantes do Hemisfério Sul verão o planeta a olho nu, como uma brilhante mancha vermelha, mais brilhante do que Vênus e logo após o pôr-do-Sol. Para o Sistema Solar, no período de 20 de maio de 2011 a 21 de dezembro de 2012, a aproximação de Nibiru estimulará o astro central a disparar enormes erupções em todas as direções, mas perderemos os satélites que observam tais fenômenos. Como a maioria destas violentas erupções serão dirigidas ao corpo intruso, isto aliviará um pouco a Terra, mas, infelizmente, ela ainda estará imersa num pesadelo.

Um evento previsto pelos maias

É importante que se diga que estas previsões, tão sombrias, são ainda preliminares. E, embora garantidas por muitos estudiosos, são contestadas por outro tanto deles, que afirmam se tratarem de puro absurdo. De acordo com os primeiros, para a Terra, em meados de 2011, as condições atmosféricas superarão em violência qualquer outro registro jamais efetuado. Os terremotos quebrarão recordes e o vulcanismo disparará no mundo todo. Isto desestabilizará as estruturas sociais e os governos deverão agir para prevenir disputas étnicas e econômicas que poderiam originar guerras. Segundo a citada Bíblia Kolbrin, na última entrada de Nibiru no Sistema Solar, os efeitos foram tão terríveis que os homens ficaram impotentes e as mulheres se tornaram estéreis. Ainda na linha de pensamento dos que defendem a tese do caos, em 2011, o pânico total será instalado na humanidade – todas as comunicações serão afetadas, haverá grande expansão das fibras e cabos subterrâneos e a era dos telefones celulares e das TVs a cabo se encerrará. Segundo o Calendário Maia, cunhado por aquele povo extinto há milênios e ao qual se atribui a capacidade de prever eventos astronômicos, existem duas datas chave para entender o que o futuro nos reserva. A primeira é 10 de outubro de 2011, quando a humanidade passaria para um novo ciclo de evolução. A segunda é 21 de dezembro de 2012, data em que haveria terror. Neste momento, coincidindo com o solstício de inverno, o Sol atravessará o plano mais denso da galáxia, cheio de perigos nunca vistos. Para o Sistema Solar, Nibiru estará cruzando a eclíptica e iniciará um terrível período de fenômenos elétricos enquanto se aproxima de seu periélio, em 14 de fevereiro de 2013. Neste ponto, o corpo estará a 2,85 AU e se tornará maior do que a Lua cheia à noite, visível também durante o dia, de tamanho igual ao do Sol. Haverá descargas elétricas entre o Sol e o intruso, que aparecerão como grandes tentáculos de luz, saindo deste em direção ao astro central. Todos nossos observatórios já terão sido reduzidos a cinzas.

Para a Terra, Nibiru será precedido e seguido por um enxame de objetos celestes que causarão impactos catastróficos e chuvas mortais de meteoros. Mas isso ainda não será o pior, garantem os estudiosos que defendem o surgimento das tragédias. Nesta época, todos estarão de olho no Yellowstone National Park, no Wyoming, onde se encontra o maior vulcão dos Estados Unidos, se não do mundo, que vem aumentando sua atividade desde 2003. Estimulado pela crescente violência solar causada por Nibiru, ele poderá explodir, destruindo o centro daquele país e iniciando uma mini era glacial. Mas 14 de fevereiro de 2013 será o dia do Juízo Final para a humanidade, não 21 de dezembro de 2012, como previu o Calendário Maia. Será nesta data que as interações entre o Sol e Nibiru atingirão o máximo. E, ainda, teremos a falta de sorte de, nesta ocasião, nos encontrarmos exatamente alinhados entre os dois monstros, quando sofreremos sérios riscos de sermos atingidos por gigantescos feixes elétricos deles emanados. Os fenômenos atmosféricos atingirão níveis jamais sonhados e os terremotos serão absolutamente devastadores. Literalmente, ao se formar plasma no céu, choverá fogo. Mas é difícil prever o que ocorrerá na Terra, pois as condições que o planeta terá que enfrentar serão de proporções impensáveis, piores do que tudo já foi visto. Cataclismos naturais, erupções de supervulcões, terremotos devastadores e tsunamis ocorrerão no globo inteiro.

Os estudiosos mais dramáticos garantem que as condições atmosféricas enlouquecerão, que inverno e verão serão uma só estação e que as cidades costeiras serão demolidas por mares raivosos. Parte da atmosfera ficará ionizada, tornando-se venenosa, e isto ocorrerá em todo o planeta, para todas as formas de vida. Talvez sobrevivam alguns germes mais preparados. Haverá também mudança dos pólos, o que talvez represente o que de mais grave que teremos que enfrentar. Quando da catástrofe que vitimou o Continente de Mu, os pólos se encontravam em posição bem diferente da atual. O Pólo Norte estava onde hoje é a Bolívia e o Pólo Sul, em Bornéu. Portanto, Mu se localizava nas faixas equatorial e temperada. Isto permitia que, na atual Sibéria, houvesse vegetação tropical ou semitropical, o que explica o que foi encontrado no estômago de carcaças congeladas de mamutes – alguns deles foram descobertos com a vegetação que estavam comendo no momento em que aconteceu a mudança dos pólos, que os congelou tão instantaneamente que nem conseguiram acabar de mastigar o que tinham na boca.

Paraíso terrestre devastado

A posição altamente privilegiada de Mu fazia daquele continente um verdadeiro paraíso na Terra, com clima favorável à abundante produção de alimentos, tanto de origem vegetal quanto animal. A população estimada do continente – cerca de 60 milhões – vivia esplendidamente bem, com excelente saúde e sem problemas de existência. Tudo era perfeito, maravilhoso, até que, instantaneamente, tudo mudou. Nibiru ou o Planeta X, descrito por alguns autores dedicados ao tema como Estrela de Baal, invadiu o Sistema Solar, modificando por completo tudo o que havia na Terra. Quando isto aconteceu, o inferno abriu suas portas, sem cerimônias e sem piedade. De repente, o globo terrestre passou a girar a cerca de 90 graus em relação ao eixo anterior. Isto, evidentemente, mexeu com o núcleo derretido e líquido do interior do planeta, modificando o campo magnético anterior e enlouquecendo os vulcões. Porém, a massa dos oceanos e mares continuaram seu movimento anterior, sem obedecer à nova direção de rotação do globo, e se formaram duas enormes ondas, uma no Oceano Atlântico e outra no Pacífico, subindo em direção ao novo Pólo Norte. Cálculos permitem estimar a altura das ondas em cerca de 3.000 m, de tal forma que varreram todos os continentes, arrastando tudo o que se apresentava diante delas. Milhões de animais de todas as espécies foram deslocados, destroçados, mutilados e amassados em imensos cemitérios próximos ao norte da Sibéria, onde se encontraram as enormes ondas – a ilha de Ilhakoff, naquela região, é totalmente desprovida de Terra e inteiramente composta por ossos. Tudo isso aconteceu cerca de 12.500 anos atrás.

O tamanho dos planetas está fora de proporção, assim como suas órbitas. De Mercúrioa Marte temos o Sistema Solar inteiro, separado pelo Cinturão de Asteróide do externos, de Júpiter a Plutão

A ciência sabe que, quando um corpo rotante num campo gravitacional muda de pólos, geralmente o sentido de sua rotação também se altera em 90 graus. Aconteceu naquela época e voltará a acontecer agora. Novamente teremos o dilúvio universal, e alguns sinais disso já podem ser notados. Por exemplo, entre 1963 e 1993, os desastres naturais aumentaram em mais de 400%, e isto sem contar o que ocorreu nas última década. Um excelente e bem detalhado estudo dos desastres naturais, realizado pelo cientista russo Yuri Dimitriev, revelou que, desde 1991, o campo magnético do Sol aumentou em 230%. Poucos conhecem o trabalho que está sendo feito na Academia Nacional de Ciências da Rússia, em Novosibirsk, Sibéria, mostrando que, nas bordas do Sistema Solar, o plasma resplandecente aumentou recentemente em 1.000%. Como conseqüência, tem havido um degelo acelerado da calota polar norte. Geralmente atribuído ao aquecimento global, na verdade, o degelo está acontecendo pela criminosa atividade conjunta das duas grandes potências, Estados Unidos e Rússia, com seus sistemas eletromagnéticos que mudam o clima em escala global, entre eles o Haarp e Woodpecker, respectivamente. O que pretendem norte-americanos e russos é aumentar em dois ou três graus a temperatura da Sibéria e do Alaska, na tentativa de permitirem o plantio e a colheita de trigo nestas regiões, além, é claro, de seu uso em questões militares e estratégicas. O desaparecimento total da calota polar desequilibrará o planeta, e isto conduzirá, inevitavelmente, à mudança de pólos, espantosa catástrofe que poderá contribuir muito mais para reduzir a atual humanidade em nove décimos – dos seis bilhões de membros da espécie humana, sobrarão cerca de 600 milhões e o planeta ficará praticamente desabitado. O novo Pólo Norte se estabelecerá no Oceano Pacífico, a oeste da América do Sul, e o Pólo Sul se fixará na Índia. O novo equador da Terra passará a leste do Brasil, que fará parte da faixa temperada, como a maior parte da Europa e da África.

O Brasil neste cenário

Sabemos, desde agora, que o Brasil sofrerá após o deslocamento dos pólos, por causa de sua proximidade do novo Pólo Norte, pelas inundações vindas do sul e pelas novas massas de terra que emergirão das águas entre a América do Sul e a África. Toda esta água deverá ir para algum lugar e fluir na direção norte, em qualquer rebaixamento do solo para, em seguida, refluir para o mar. O estado de Pernambuco, numa das pontas do Brasil, ficará mais próximo do novo Pólo Norte. Acostumados ao calor do verão permanente, os pernambucanos verão o frio descer rapidamente sobre eles, e sentirão o que está experimentando quem vive na Antártida ou no Círculo Polar Norte, agora. O melhor a fazer é ir em direção aos Andes, longe das terras rasas, e isto não deverá ser feito no último minuto, quando o pânico poderá dificultar os viajantes. As costas e as terras altas no sul do país ficarão acima do nível das águas e não deverão surgir pelas montanhas. As rochas fortes e sólidas, como as encontradas no Paraná, provavelmente conseguirão resistir aos terremotos. Os que estão mais para o interior do país, acima da bacia do Rio Amazonas, viverão chuvas torrenciais, mares enlameados e um clima mais moderado, pouco diferente do que estão acostumados. O estado de São Paulo estará em situação ideal, com clima temperado e acesso à pesca no oceano. Mas, os que quiserem sobreviver deverão se dirigir às montanhas e aos lugares mais altos. Sugere-se ficar, pelo menos, a 100 km de onde está a capital paulista e a mais de 60 m acima do nível do mar, para escapar das marés e tsunamis.

Ainda durante o deslocamento dos pólos e a mudança global no planeta, o Oceano Pacífico ficará comprimido, porque a Antártida terá novas terras emergindo entre a América do Sul e o sul da África. Toda essa água se deslocará em qualquer direção, atingindo as costas da América do Sul. Sob pressão, a água atingirá níveis nunca vistos. Os que procurarem refúgio contra os ventos em ravinas, encontrarão uma enorme parede de mar vinda das costas, e até os pontos mais altos e próximos verão a água chegando. Estima-se que, em 14 de julho de 2013, a interação entre o Sol e Nibiru começará a diminuir, mas este continuará visível no céu, como um grande cometa. Começará outro amargo pesadelo para os sobreviventes, pois a atmosfera estará obscurecida pela poeira e fumaça emitidas pelos vulcões, e haverá uma mini era glacial, compensada, em parte, pelo aquecimento global originado pela ação humana. A maior parte dos recursos de água potável e de terras aráveis estará poluída e muitos continuarão a morrer devido à fome, sede e doenças. Quase todos os túneis, pontes e edifícios terão sido destruídos ou não terão segurança. O único sistema de comunicação que poderá continuar funcionando será o de ondas curtas, operado por militares e por esparsas comunidades que conseguirão sobreviver ao desastre. Mas há ainda novos agravantes em todo este processo, defendem alguns estudiosos. Sabe-se que, quando um planeta tem órbita perpendicular à eclíptica, ele pode vir a sofrer o que aconteceu em 1997 com o cometa Hale-Bopp, causado pelo Efeito Kozai. Na ocasião, o período orbital do Hale-Bopp foi reduzido de 4.200 para 2.380 anos. Algo semelhante poderá ocorrer com Nibiru, especialmente se este for uma estrela anã escura, como garantem algumas teorias, e não um planeta. Se isto acontecer, na próxima órbita, o corpo simplesmente colidirá com a Terra, o que, segundo Nostradamus, ocorreria no ano de 3797, causando a total destruição de nosso planeta.

Mudança de comportamento

Se o cenário acima descrito já parece suficientemente sombrio para o leitor, saiba ainda que não existe um único Planeta X ou Nibiru, mas vários. Diversos objetos estão neste instante se aproximando da Terra, já confirmados independentemente por inúmeras fontes, inclusive a NASA. Muitos destes corpos são asteróides de variados tamanhos, que já tiveram suas órbitas descobertas e traçadas. Mas não sabemos exatamente quantos poderiam ser nocivos para nós, ou seja, que estariam em rota de colisão e com risco de sério impacto. O certo é que a NASA conhece o maior destes artefatos celestes, justamente Nibiru, mas continua escondendo esta informação do público por razões de segurança nacional. Embora gaste anualmente bilhões de dólares dos contribuintes e tenha organismos que podem publicar suas descobertas, a agência espacial norte-americana não se manifesta sobre o assunto. Mesmo seus cientistas, cientes da gravidade da situação, estão sob contrato de silêncio e serão imediatamente presos, se revelarem algo. Apesar de sombrio, o cenário descrito não representa propriamente o fim do mundo, mas certamente uma mudança brutal em nossa existência. Entretanto, há algo muito intrigante, que não podemos deixar de comentar. Segundo os maias, em 2012 ocorrerão fenômenos extraordinários, que eles marcaram em seu calendário como o Dia da Criação.

Ninguém sabe ao certo o que acontecerá, apenas podemos fazer previsões. Porém, há outros sinais, tão importantes e interessantes quanto o que foi anteriormente citado. Por exemplo, não há dúvidas de que enfrentaremos um ponto de bifurcação que marcará nosso futuro. De um lado, poderemos ser arrastados para um caminho de destruição e terror, mas, por outro, poderemos ser impelidos a adotar canais de libertação e iluminação, que nos farão deixar o caminho do materialismo e do egoísmo que impera hoje no mundo. O comportamento irracional de nossa espécie acabou criando uma situação de calamidade, sim. Mas também é verdade que nunca o homem esteve numa posição tão perfeita para adentrar a evolução que poderá converter em luminosa realidade uma caótica existência. Existem sinais de que a “divina providência” está tentando nos salvar ou, pelo menos, mitigar as dores da transição quântica que chega do cosmos, materializada por Nibiru. Evidentemente, será necessária uma gigantesca cooperação de todos os povos, em todos os níveis, pois, conforme o ditado popular, a omelete só será possível após quebrarmos os ovos. Também será imprescindível mantermos, tanto quanto possível, uma visão científica do mundo, mas combinada com o paradigma espiritual ecumênico.

Ressonância Schumann

Durante o século XX, houve grande progresso na direção da unificação de dois principais conceitos de nossa civilização: o teológico e o científico. Tal aproximação deu lugar a um processo dialético, que está agora informando aos campos morfogenéticos que governam a vida social em todo nosso planeta. Estes campos atuam em nosso comportamento através da ressonância morfológica, que permite aos nossos pensamentos e emoções estarem sincronizados com a “mente planetária” da Terra. Os campos morfológicos receberam vários nomes ao longo da história, tais como inconsciente coletivo, arquivos genéticos e registros akáshicos. Mas, qualquer que seja a denominação, este campo morfogenético, no qual ressoa a humanidade, circunda o planeta no espaço entre a superfície e a ionosfera, com o que chamamos de Ressonância Schumann, e está começando a catalisar uma mudança para um novo patamar de existência. Um dos sinais mais importantes desta mudança começou a ser emitido em fins de 1990. Antes disso, a freqüência da Ressonância Schumann era de 7,83 Hz, igual à freqüência alfa de nossos cérebros – era como se o planeta “conversasse” conosco e nos controlasse. Mas, a partir de 1990, tal ressonância começou a aumentar, chegando hoje a cerca de 15 Hz. Isto nos fez perder o contato com o planeta, resultando num total descontrole dos seres humanos, que já não têm mais barreiras e não observam limites. Basta abrir um jornal para termos uma idéia de quão terrível está se tornando nossa sociedade, cada dia mais louca e bestial. Há uma explicação para isto, e ela está no aumento da freqüência da Ressonância Schumann.

Salvação planetária

Alguns defendem que esta mudança está dentro dos “planos divinos” para nosso planeta, para a escolha entre aqueles que merecem ser salvos e levados daqui, “carregados” por Nibiru para outros mundos. A contração do tempo é outro sinal de mudanças em processo, assim como estamos abertos para novas pandemias. Mas a própria ação da humanidade sobre o planeta já é suficientemente devastadora, a um ponto que podemos impor a nós mesmos tragédias que prescindem da passagem de Nibiru. Por exemplo, nossa civilização pode facilitar a qualquer tempo o surgimento de novos vírus fatais ou a expansão de antigos, como o AIDS, o vírus Ebola, a Gripe Asiática etc, que em poucos dias podem deflagrar sérias ameaças biológicas. Igualmente, a constante ação de terroristas radicais é real e imediata. Armas nucleares, supostamente extraviadas das grandes potências, podem agora estar nas mãos destes extremistas, e seu uso poderá desencadear uma nova guerra que nos aniquilará, mesmo antes da passagem de Nibiru. A lista de tragédias auto-impostas à espécie humana é inesgotável. Neste exato momento, por exemplo, estamos enfrentando uma enorme crise financeira, sem precedentes, em função do déficit iniciado nos Estados Unidos. E ela é de tal monta que os especialistas a consideram insuperável. Tudo isso sem contarmos que estamos destruindo aceleradamente nossa biosfera, matando nossos oceanos com a poluição – e com o excesso da pesca, muitas espécies vivas já foram condenadas à extinção. Embora todos estes fatos pareçam apontar para uma total extinção da humanidade, há sinais muito claros de que existe algo, ou alguém, muito preocupado com nosso destino iminente. Observando a história de nossa espécie, é possível perceber a existência de planos bem orquestrados para ensiná-la ou protegê-la, que são realizados mediante o aparecimento de grandes mestres ou através de descobertas científicas. Assim, de um lado, tivemos Buda, Jesus, Moisés, e, de outro, a roda, o fogo, a eletricidade etc.

Zecharia Sitchin é um dos pioneiros a denunciar a existência de Nibiru

É fácil verificar que os progressos da ciência, na tecnologia em geral ou na medicina, nos últimos 30 anos, deixam para trás tudo que se conseguiu nos cinco mil anos anteriores. Vejamos o exemplo trazido pela a nanotecnologia, que permitirá controlar o colesterol e as placas de gordura formadas dentro das artérias, reduzindo substancialmente as causas de morte, ao mesmo tempo em que permitirá a ultraminiaturização da aparelhagem eletrônica, facilitando as comunicações e apontando para a criação de uma mente artificial, um milhão de vezes mais eficiente no enfrentamento de nossos problemas. De acordo com recentes pesquisas, a moderna medicina permitirá prever, dentro dos próximos 10 anos, a extensão da vida humana para até 500 anos e, para os próximos 30 anos, literalmente, a imortalidade. Pelo menos, isso é o que garantem Roy Kurzweil e Terry Grossmann, em seu livro A Medicina da Imortalidade [Editora Aleph, 2004]. Os avanços da medicina têm sido altamente reveladores. Vejamos as novas técnicas de controle do câncer, segundo estudos do doutor Túlio Simoncini, eliminando uma das principais causas desta doença – um fungo chamado Candida albicans –, pelo uso de bicarbonato de sódio. Ou a cura da malária em quatro horas, através de hipoclorito de sódio, descoberta pelo doutor Jim V. Humble. E a retomada dos estudos sobre o Potencial Zeta da água, interrompidos pela Segunda Guerra Mundial, que permite iniciar técnicas de rejuvenescimento. O conhecimento da energia do vácuo, a energia virtual ou, ainda, a energia do ponto zero, disponível em quantidade infinita, a qualquer momento e em qualquer ponto do universo, está sendo captada e convertida em energia elétrica por vários laboratórios e pesquisadores independentes.

Continuamos otimistas

A realidade de Nibiru é indiscutível. Sua ação sobre nossa espécie e planeta, assim como sobre todo o Sistema Solar. Resta saber o que faremos com esta informação. Todas as tradições de nossos antepassados apontam para um período de catástrofes, seguido por uma Idade de Ouro para a humanidade, quando haveria a purificação do planeta e, em seguida, uma época de iluminação. Estamos, claramente, num momento de bifurcação em que tudo é possível. Em 2012, poderemos viver o desastre total ou o ponto Ômega de uma nova civilização. Ninguém sabe ao certo o que ocorrerá. Mas uma coisa é evidente: seja como for, algo ou alguém muito superior está trabalhando para nos ajudar. Isto significa que, de alguma forma, continuamos importantes para o “plano divino”, para os extraterrestres e para o universo. É o que mais nos conforta neste cenário de dor e sofrimento. Continuamos otimistas. Fonte: Revista Ufo.

TERREMOTO NO CHILE

Terremoto do Chile mudou eixo da Terra e encurtou o dia

O dia foi reduzido em 1,26 microssegundos, o eixo da Terra se moveu 8 centímetros, e a ilha de Santa Maria, perto de Concepcion, elevou o seu nível em 2 metros.

O terremoto de 8,8 graus no Chile teria mudado o eixo da Terra e reduzido a duração dos dias, segundo a National Aeronautics and Space Administration (NASA), em um artigo publicado na edição eletrônica da revista Business Week.

Segundo Richard Gross, geofísico do laboratório da Nasa em Pasadena, Califórnia, os terremotos podem mover centenas de quilômetros de rocha em vários metros, mudando a distribuição da massa do planeta, o que afeta a rotação. Ele se apoia em um modelo de computador para calcular os efeitos.

“A duração do dia deve ter encurtado 1,26 microssegundos (milionésimos de segundo)”, disse Gross, acrescentando que, o eixo do planeta mudou 8 centímetros.

Segundo Andreas Rietbrock, professor de Ciências da Terra da Universidade de Liverpool, a ilha de Santa Maria, perto de Concepcion, teria aumentado em 2 metros o seu nível, como resultado do terremoto, depois de estudar as zonas afetadas e comparar com os terremotos anteriores. Rietbrock, no entanto, não pôde entrar em contato com os sismólogos chilenos.

Há precedentes em terremotos anteriores: no de 9,1 graus em Sumatra, em 2004, o dia reduziu em 6,8 microssegundos. Estas mudanças acontecem no dia do terremoto e permanecem para sempre. Fonte: Terra Chile.

Novos resultados da Missão Stardust pintam imagem caótica do jovem Sistema Solar

Embora se pense que os cometas sejam dos corpos mais antigos e primitivos no Sistema Solar, novas investigações do Cometa Wild 2 indicam que material do Sistema Solar interior foi transportado até à região de formação cometária pelo menos 1,7 milhões de anos após a formação dos sólidos mais antigos do Sistema Solar.

A pesquisa, por cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Livermore e colegas, providencia a primeira restrição da idade do material cometária de um cometa conhecido. Os achados foram publicados na edição de 25 de Fevereiro da revista Science Express.

Acima: Imagem da secção analisada neste estudo, que mostra minerais rodeados pelo aerogel comprimido. Crédito: Laboratório Nacional Lawrence Livermore.

A missão Stardust da NASA ao Cometa Wild 2, lançada em 1999, foi desenhada em torno do pressuposto que os cometas preservam restos pristinos de materiais que ajudaram a formar o Sistema Solar. Em 2006, a Stardust enviou de volta as primeiras amostras de um cometa.

Embora se esperasse que a missão fornecesse um olhar único sobre o começo do Sistema Solar ao enviar amostras, grãos amorfos do meio interestelar e verdadeira poeira estelar (grãos cristalinos originários de estrelas distantes), os resultados iniciais pintaram uma imagem diferente. Ao invés, os materiais cometários consistiram de materiais de alta-temperatura, incluíndo inclusões ricas em cálcio-alumínio (CAI em inglês), os objectos mais antigos formados na nebulosa solar. Estes objectos formam-se nas regiões interiores da nebulosa solar e são comuns em meteoritos.

Acima: Mapa mineral em cores falsas sobreposto numa montagem de imagens obtidas pelo instrumento TEM (Transmission Electron Microscope). Crédito: Laboratório Nacional Lawrence Livermore.

A presença de CAIs no cometa Wild 2 indica que a formação do Sistema Solar incluíu misturas em distâncias radiais muito maiores do que as reconhecidas pelos cientistas nos passado.

“O material do Sistema Solar interior no Wild 2 sublinha a importância do transporte radial do material a grandes distâncias na antiga nebulosa solar”, afirma a autora principal do estudo, Jennifer Matzel, do laboratório do Instituto de Geofísica e Ciência Planetária e do Instituto Glenn T. Seaborg. “Estes achados também levantam importantes questões no que toca à escala de tempo da formação dos cometas e à relação entre o Wild 2 e outros objectos da nebulosa solar primitiva”. As análises mostraram que os materiais do Sistema Solar interior formaram-se 1,7 milhões de anos depois do começo da formação das CAI. Fonte: Núcleo de Astronomia do CCVAlg.

Cassini descobre pletora de plumas e zonas quentes em Encelado

Imagens recentemente anunciadas do “flyby” da Cassini por Encelado em Novembro passado revelam uma “floresta” de novos jactos expelidos pelas proeminentes fracturas que atravessam a região polar sul e fornecem o mais detalhado mapa de temperaturas, até agora, de uma dessas fracturas.

As novas imagens da equipa de imagem e da equipa do espectómetro infravermelho também incluem a melhor imagem tridimensional já obtida de uma das “listas de tigre,” uma fissura que liberta partículas geladas, vapor de água e elementos orgânicos. Existem também imagens de regiões não tão bem mapeadas em Encelado, incluíndo uma região a Sul com padrões tectónicos grosseiramente circulares.

“Encelado continua a surpreender”, afirma Bob Pappalardo, cientista do projecto Cassini no JPL da NASA em Pasadena, Califórnia, EUA. “A cada passagem rasante da Cassini, aprendemos mais sobre a sua actividade extrema.”

Acima: Neste mosaico único que combina dados em alta-resolução do subsistema de imagens científicas e do espectómetro infravermelho a bordo da sonda Cassini, bolsas de calor aparecem ao longo de uma das misteriosas fracturas na região polar sul da lua de Saturno, Encelado. Crédito: NASA/JPL/GSFC/SWRI/SSI

Para as câmaras da Cassini, o flyby de 21 de Novembro de 2009 forneceu o último olhar sobre a região polar sul de Encelado, antes que essa região da lua entre num ciclo de escuridão de 15 anos, e incluíu também a observação mais detalhada (até agora) dos jactos. Os cientistas planearam usar esta passagem rasante para procurar jactos novos ou mais pequenos, não visíveis em imagens anteriores. Num mosaico, os cientistas contaram mais de 30 geysers individuais, incluíndo mais de 20 até aí nunca antes vistos. Pelo menos um jacto capturado em imagens anteriores parece agora menos poderoso.

“Este último flyby confirma o que suspeitávamos”, afirma Carolyn Porco, líder da equipa de imagem. “O vigor dos jactos individuais pode variar com o tempo, e imensos jactos, grandes e pequenos, entram em erupção ao longo das listas de tigre”.

Um novo mapa que combina dados de calor com imagens no visível, mostra um segmento de 40 km da maior lista de tigre, conhecida como Sulco de Baghdad. O mapa ilustra a correlação, à maior resulação já obtida, entre as geologicamente jovens fracturas superficiais e as temperaturas amenas anómalas registadas na região polar sul. As grandes detecções de calor parecem estar confinadas a uma estreita mas intensa região com não mais do um quilómetro ao longo da fissura.

Nestas medições, as temperaturas máximas ao longo do Sulco de Baghdad excederam os 180 Kelvin, e podem até ultrapassar os 200 Kelvin. Estas temperaturas amenas provavelmente resultam do aquecimento dos flancos da fractura pela subida do vapor de água que impulsiona os jactos de partículas geladas observados pelas câmaras da Cassini. Os cientistas vão testar esta ideia ao investigar a correspondência entre estas zonas “quentes” e as fontes dos jactos.

Acima: Plumas dramáticas, tanto grandes como pequenas, borrifam água gelada de muitos locais ao longo das famosas “listas de tigre” perto do pólo sul da lua Encelado. Crédito: NASA/JPL/SSI

“As fracturas são geladas pelas normas da Terra, mas são um oásis acolhedor quando comparadas com os 50 Kelvin da vizinhança”, afirma John Spencer, membro da equipa do espectómetro infravermelho da Cassini. “A grande quantidade de calor libertado das listas de tigre pode ser suficiente para derreter o gelo subterrâneo. Resultados como estes fazem de Encelado um dos locais mais excitantes do Sistema Solar“.

Alguns dos cientistas da Cassini deduzem que quanto mais amenas as temperaturas à superfície, maior a possibilidade dos jactos terem uma origem líquida. “E a ser verdade, isto torna o ambiente sub-superficial de Encelado, líquido e rico em elementos orgânicos, a zona aquática extraterretre mais acessível do Sistema Solar“, afirma Porco.

O voo rasante de 21 de Novembro foi o oitavo encontro com Encelado. A Cassini passou a cerca de 1600 km da superfície da lua, a aproximadamente 82º sul em latitude. Fonte: Astronomia On-Line.

WISE fotografa Andrômeda

Nasa divulga nova imagem da galáxia de Andrômeda feita pelo telescópio Wise

Acima: WISE Infrared Andromeda. Credit © NASA / JPL-Caltech / UCLA

De acordo com a agência espacial, a missão, que começou em janeiro, irá monitorar o céu até o mês de outubro. A imagem inédita mostra uma área equivalente a 100 luas cheias e galáxias menores que ficam próximas à Andrômeda. Fonte: NASA.

MIRANTE ESPACIAL

Astronautas abrem “janelas” de mirante espacial

A janela em formato de cúpula se abriu, revelando pela primeira vez a Terra 320 quilômetros abaixo de si. Foto: Nasa/Divulgação

Astronautas deixaram na terça-feira a Estação Espacial Internacional para darem os últimos retoques na montagem de um mirante. Na última das três caminhadas espaciais previstas para os 14 dias de missão do ônibus Endeavour, os astronautas Robert Behnken e Nicholas Patrick removeram a película isolante que protegeu as sete janelas do mirante durante sua viagem até o espaço.

Em seguida, Patrick removeu os parafusos que mantinham as persianas fechadas, e a maior janela do deque de observação em formato de cúpula se abriu, revelando pela primeira vez a Terra 320 quilômetros abaixo de si.

“Isso nos dará uma visão de todo o globo”, afirmou o astronauta Jeff Williams de dentro da cúpula. “Absolutamente incrível.”

O mirante italiano de 27 milhões de dólares permitirá que os tripulantes da Estação vejam a Terra e naves de carga que se aproximarem. Atualmente, os operadores dos braços mecânicos na estação usam apenas câmeras, sem visão direta.

A construção principal da estação, um projeto de 100 bilhões de dólares e 16 países, está quase completa, após quase 12 anos de obras. Antes de aposentar sua frota de ônibus espaciais, no final de 2010, a Nasa planeja fazer mais quatro voos para o envio de peças de reposição e mantimentos. Depois disso, o transporte até a estação ficará a cargo das naves russas Soyuz.

O Endeavour e seus seis tripulantes decolaram no dia 8 para uma missão de 13 dias, à qual a Nasa incorporou um dia adicional para preparar os novos módulos da estação para o uso. O pouso do ônibus está previsto para o domingo no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Por causa do mau tempo na Flórida, a Nasa adiou de 18 de março para 5 de abril o lançamento do próximo ônibus, o Discovery. Fonte: Terra.

APROXIMAÇÃO MARCIANA

Marte está no ponto mais próximo da Terra em seis anos

Terra e Marte estão mais próximos neste dia 27 de janeiro. A distância de 99 milhões de quilômetros é a menor em seis anos, de 2008 a 2014. O planeta vermelho poderá ser visto mais próximo durante cerca de uma semana.

Marte esteve no ponto mais próximo da Terra em 60 mil anos em 2003.

 

Como o verão está chegando ao norte de Marte, a calota polar e as nuvens estão mudando e a imagem pode ser vista de um telescópio médio ou de uma câmera digital. É possível também ver o planeta a olho nu, já que ele é quase tão brilhante quanto Sirius, a estrela mais brilhante do céu.

Mas não espere ver Marte como uma lua cheia, ele se parecerá mais com uma estrela alaranjada e bem brilhante. Para saber como achar Marte, vale conferir as imagens do céu feitas pela Nasa dos dias 27, 28 e 29 de janeiro.

O dia 29 é o melhor para observadores, quando a Lua estará cheia e formará uma conjuntura com Marte e a constelação de Câncer. Nesta noite, Marte estará em oposição ao Sol, ou seja, em sua frente. O planeta subirá ao lado da Lua ao entardecer, nunca se afastando mais de 6º do satélite.

Segundo o site da Nasa, vale reparar na combinação de Sirius com Marte. Enquanto a estrela é azul e pulsante, o planeta vermelho tem uma cor laranja permanente.

A cada 26 meses, aproximadamente, Terra e Marte se aproximam -às vezes ficam mais próximos, às vezes mais distantes. Em 2003, a distância foi a menor em 60 mil anos, quando ficaram a 56 milhões de quilômetros um do outro. Fonte: Folha de S. Paulo.

  

Busca de asteroides perigosos requer mais verba

 

Nasa não tem os meios para cumprir determinação de mapear 90% dos objetos perigosos até 2020

 

Relatório do Conselho Nacional de Pesquisa dos EUA diz que os US$ 4 milhões que o país gasta anualmente para detectar asteroides e cometas que possam representar ameaça para a Terra são insuficientes para que a Nasa cumpra essa missão.  

Leia a íntegra: Defending Planet Earth: Near-Earth Object Surveys and Hazard Mitigation Strategies

 

À esquerda: O cometa Linear, que explodiu em 2000, deixando para trás uma esquadrilha de destroços. Foto: Nasa.

Em 2005, o Congresso americano determinou que a Nasa descobrisse 90% dos objetos com órbitas que se aproximam da Terra e que tivessem mais de 140 metros de diâmetro até 2020, e pediu ao Conselho Nacional de Pesquisa que desenvolvesse uma abordagem para que a tarefa pudesse ser cumprida. 

Em um relatório provisório divulgado em 2009, o Conselho disse que a tingir o objetivo seria impossível, já que o Congresso não havia dotado a Nasa dos recursos necessários. 

No relatório final, divulgado nesta sexta-feira, 22, o comitê sugere duas abordagens para que a Nasa consiga completar a tarefa logo após o prazo final de 2020. A abordagem escolhida dependerá do grau de prioridade que as autoridades políticas derem á detecção de ameaças do espaço. 

Se a conclusão da busca por objetos próximos à Terra o mais perto possível de 2020 receber prioridade alta, uma missão com um telescópio espacial, conduzidas em conjunto com um telescópio baseado no solo é o melhor caminho, diz o texto. Se cortar custos for uma prioridade, o uso exclusivo de telescópios no solo deve ser adotado. 

O relatório recomenda ainda que a Nasa monitore objetos menores – de 30 a 50 metros de diâmetro – que, de acordo com pesquisas recentes, podem causar grande destruição. Os EUA deveriam, de acordo com o trabalho, liderar a formação de um organismo internacional para lidar com objetos perigosos vindos do espaço. 

Além disso, o texto pede que sejam tomadas medidas imediatas para garantir que o Observatório de Arecibo, em Porto Rico, continue a operar. A Nasa deveria dar apoio a um programa intenso de observações de asteroides a partir de Arecibo. 

De acordo com o Conselho, embora Arecibo não seja capaz de detectar asteroides ainda desconhecidos, o observatório tem recursos importantes para caracterizar a órbita e outras propriedades desses objetos, uma vez que tenham sido encontrados por outros meios. Fonte: Estadão.