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AMEAÇA DE TEMPORAIS

Segunda metade de março começa com ameaça de temporais no Sudeste e massa de ar frio no Sul

A semana que começa inicia com a nossa preocupação quanto à possibilidade do Rio de Janeiro ser mais castigado por chuva intensa e novos temporais. O avanço de uma massa de ar frio pelo Leste do Sul do Brasil voltará a ativar a instabilidade no Rio com possibilidade de novos e pesados aguaceiros. Neste domingo, a cidade do Rio sofreu com chuva forte e temporal de vento e raios que fez estrago. Associadas ao ar quente e úmido, as áreas de instabilidade explodiram sobre a região durante a tarde com a passagem de uma frente fria pelo alto mar.

Se a semana que passou foi marcada por um ciclone tropical, a rara tempestade tropical Anita, a que começa terá um anticiclone (centro de alta pressão) como principal sistema a influir o tempo no Rio Grande do Sul. Enorme e poderoso ciclone extratropical, de apenas 960 hPa, a Leste das Ilhas Malvinas, impulsiona uma massa de ar frio da Antártida para o Sul e o Leste da Argentina. Ao mesmo tempo, um sistema de alta pressão que estava na costa do Pacífico do Chile se estabelece na Argentina e após avança para o Atlântico na metade da semana. O ar frio, que acompanha este sistema de alta pressão, irá ingressar hoje aqui no Estado. As notícias que circulam em parte da mídia de que o Estado terá “uma semana de frio”, contudo, não procedem, uma vez que rapidamente o ar frio escoará para o mar entre quarta e quinta-feira com o retorno do calor pelo Oeste. Ademais, o frio, provavelmente com as mais baixas mínimas desta estação em diversas localidades, de um dígito, se limitará ao período noturno. Os dias serão amenos e mesmo quentes no Oeste, especialmente na segunda metade da semana. Com o sistema de alta, o tempo seco irá predominar, o que é ruim para a agricultura, afinal as projeções pelos modelos de chuva forte para o Norte gaúcho no fim de semana não se concretizaram. Fonte: Metsul.

ISOLAMENTO

A construção da teia

Tese discute por que não cresce a participação da pesquisa brasileira em redes internacionais

Enquanto várias nações conseguiram ampliar sua produção científica feita em colaboração internacional, os artigos de pesquisadores brasileiros escritos em parceria com estrangeiros estacionaram na casa dos 30% e vêm crescendo, em números absolutos, num ritmo menor do que as colaborações internas, aquelas que resultam do trabalho conjunto de cientistas da mesma nacionalidade. Essa evidência é um dos destaques de uma tese de doutorado sobre as redes de colaboração científica do país, defendida no ano passado por Samile Vanz, pesquisadora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sob orientação de Ida Stumpf. Samile analisou 49.046 artigos brasileiros publicados em revistas indexadas na base Web of Science, da empresa Thomson Reuters, entre os anos de 2004 e 2006, e constatou que mais de 95% deles baseavam-se em algum tipo de colaboração. As parcerias dentro do próprio país respondiam por cerca de dois terços dos artigos e registraram estabilidade, com uma ligeira alta: de 69,2% do total em 2004 para 70,1% em 2006. Já o nível de colaborações internacionais apresentou uma pequena oscilação negativa.

A proporção de artigos brasileiros com pelo menos um autor estrangeiro, que era de 30,8% do total em 2004, foi a 30,1% em 2005 e a 30% em 2006. A estabilidade nesse patamar chamou a atenção da pesquisadora, num período em que a produção científica brasileira cresceu a taxas anuais que chegam a 8%, sendo responsável atualmente por 2% da produção mundial e 45% da América Latina, e políticas para ampliar a inserção internacional foram criadas – no início dos anos 2000, a Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes) passou a conceder os conceitos mais elevados (6 e 7) apenas a programas de pós-graduação que mantivessem colaborações internacionais. “O trabalho em colaboração está crescendo no Brasil e é responsável por quase a totalidade da produção científica indexada, mas as parcerias internacionais oscilam sem conseguir avançar”, conclui Samile Vanz.

A quantidade de artigos escritos em coautoria é usada como indicação da colaboração científica entre países, instituições e pesquisadores, ou entre setores (academia, governo e empresas privadas). Embora existam caminhos para ampliar a inserção internacional da pesquisa que não necessariamente resultam na publicação de artigos, como o intercâmbio de alunos de pós-graduação e a participação em congressos e workshops, a importância para a pesquisa brasileira do indicador de coautoria já foi observada em vários estudos. Um deles, publicado em 2006 por Abel Packer e Rogério Meneghini, do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme), analisou os artigos brasileiros com mais de 100 citações na base Web of Science entre os anos de 1994 e 2003. Constatou-se que 84,3% deles eram fruto de parcerias com outros países. Outro estudo de Rogério Meneghini publicado em 1996 mostrara que artigos resultantes de colaborações internacionais têm, em média, quatro vezes mais citações do que os trabalhos que envolvem colaborações nacionais, os quais, por sua vez, têm impacto 60% superior aos publicados por um único autor.  “O Brasil precisa lutar para que sua pesquisa tenha uma inserção internacional maior, porque isso dará mais visibilidade à sua produção e significará o acesso a recursos e equipamentos que não estão disponíveis quando se faz pesquisa de forma isolada”, afirma a pesquisadora Samile, cujo trabalho teve a colaboração de um grupo especializado em bibliometria da China – ela fez um estágio doutoral de um ano num laboratório da Universidade Tecnológica de Dalian, onde aprendeu técnicas de tratamento e análise de dados utilizados na tese.

A tendência ao trabalho colaborativo é justificada, segundo a literatura, por múltiplos fatores, que vão desde a necessidade de dividir custos de equipamentos e de se relacionar com pesquisadores de outros campos do conhecimento em estudos interdisciplinares até a ampliação do acesso a financiamentos e o desejo de aumentar a bagagem acadêmica, conhecer novas metodologias e desenvolver habilidades por meio do contato com quem tem mais experiência. O advento da internet e das redes sem fio facilitou o acesso de pesquisadores separados por grandes distâncias. As motivações para a colaboração, diz Samile, não são as mesmas em todos os campos do conhecimento. Na matemática, por ser uma disciplina teórica, as parcerias tendem a resultar da necessidade de trocar ideias e debater problemas. Já na física a colaboração é fortemente marcada pela necessidade de compartilhar equipamentos custosos, como aceleradores de partículas.

Os cerca de 30% de colaborações obtidas pelo Brasil nem de longe representam um dado trivial. “A estabilidade desses números mostra que temos uma comunidade científica consolidada, com grupos fortes em várias áreas que conseguem caminhar sozinhos”, diz Jacqueline Leta, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que participou da banca da tese de Samile. “Uma explicação possível é que a comunidade científica formal, que é aquela que celebra as parcerias, está relativamente estabilizada. O que vem crescendo não é o número de pesquisadores, mas o de estudantes de pós-graduação, para quem produzir em colaboração é uma tarefa mais difícil”, afirma. Segundo Jacqueline, países pequenos tendem a ter índices de colaboração muito elevados, o que denota dependência de sua comunidade científica. Os 30% do Brasil estão acima dos cerca de 25% obtidos pelos Estados Unidos, responsáveis por mais de um terço de toda a produção científica do planeta. Mas se encontram abaixo de outros países da América Latina, como Chile, Argentina e México. A Europa vem ampliando seus índices de colaboração. Eles chegam a 50% da produção, o dobro de duas décadas atrás, e foram impulsionados por políticas no âmbito da União Europeia de aproximação dos cientistas de seus países membros. O nível europeu é duas vezes maior que o de países como Estados Unidos e Japão, mas o patamar desses países também vem crescendo, num sinal de crescente internacionalização da pesquisa. Fonte: Pesquisa Fapesp Online.

Mumias Incas

A donzela (foto acima), o menino, a menina do relâmpago: três crianças incas, sepultadas no alto de uma montanha gelada há 500 anos. Seus corpos congelados estão entre as múmias mais bem preservadas do mundo, com órgãos internos intactos, sangue ainda presente no coração e nos pulmões, pele e traços faciais quase imaculados. Eles congelaram até a morte depois de cair no sono, e agora seus corpos finalmente estão sendo revelados ao público num museu da Argentina
A primeira das crianças fez sua “estréia” no Museu de Arqueologia de Grandes Altitudes, na cidade de Salta, que fez parte do Império Inca até o começo do século 16. Trata-se de La Doncella, “a Donzela“, que morreu aos 15 anos. O museu de Salta foi construído especialmente para abrigar os cadáveres, mas sua direção decidiu abrir a exposição sem alarde, em respeito aos mortos.

“São pessoas mortas, indígenas mortos”, explica Gabriel Miremont, diretor e idealizador do museu. “Não é algo a ser celebrado”. As duas outras múmias devem se juntar à Donzela nos próximos seis meses. Para preservar os corpos, foi desenvolvido um abrigo especial, formado por um cilindro de acrílico o qual, por sua vez, fica no interior de uma caixa de vidro triplo. Um sistema computadorizado replica as condições climáticas da montanha onde as múmias foram achadas: pouco oxigênio, baixa umidade e pressão, temperatura de 18 graus Celsius negativos.

A sala onde a Donzela (foto acima) está fica na penumbra, e seu “casulo” está sempre escuro. Os visitantes que quiseram vê-la precisam acender uma luz. “Isso era importante para nós”, diz Miremont. “Se você não quer ver o cadáver, não aperte o botão. A decisão é sua. Ainda dá para ver as outras partes da exposição.”

As crianças foram encontradas no monte Llullaillaco, um vulcão de 6.739 m de altura perto da fronteira da Argentina com o Chile. Seu sacrifício ocorreu num ritual conhecido como capacocha. Elas caminharam por centenas de quilômetros, vindo de Cusco, a antiga capital inca no Peru. Ao chegar à montanha, beberam chicha (bebida alcoólica feita com milho), foram colocadas para dormir em nichos subterrâneos e morreram congeladas. Só crianças bonitas, saudáveis e fisicamente perfeitas eram escolhidas para o ritual. De acordo com as crenças incas, elas não morriam, mas se juntavam a seus ancestrais e viravam uma espécie de anjos da guarda de suas vilas natais.

Os corpos eram tão parecidos com crianças dormindo que estudá-los “mais parecia rapto do que trabalho arqueológico”, compara Miremont. A menina mais nova, com seis anos de idade, foi atingida por um relâmpago algum tempo depois de morrer, o que causou queimaduras em seu rosto, corpo e roupas (???). Ela e o menino, de sete anos, tinham crânios levemente alongados, “plástica” feita com panos amarrados à cabeça. É um sinal de status elevado, e talvez até de ligações com a realeza inca.

Testes de DNA revelaram que as crianças não tinham parentesco entre si, e tomografias mostraram que eles tinham recebido boa alimentação e não tinham ferimentos pelo corpo. A Donzela aparentemente sofria de sinusite e de um problema nos pulmões, provavelmente causado por uma infecção.

As montanhas da região de Salta abrigam pelo menos outros 40 enterros rituais com sacrifícios humanos, mas Miremont diz que os indígenas que vivem na área não querem que mais corpos sejam retirados. “Vamos respeitar os desejos deles”, afirma o pesquisador. Para ele, os três corpos foram suficientes para a pesquisa. “Não precisamos abrir outros túmulos”. Fonte: Sobrenatural.org.

A ‘menina fantasma’ do colégio de Villa Mercedez 

Uma estranha aparição de uma menina fantasma foi fotografada por uma professora, no auditório de uma escola, atrás de um grupo de alunos. O incidente incomum aconteceu na Escola Normal de Villa Mercedes, San Luis (Argentina), e a foto foi feita em uma conferência sobre segurança, oferecida pela inspetora da oitava delegacia da cidade, Gladys Perez e professores, realizada no auditório do estabelecimento. Uma das professoras, decidiu fotografar o evento e quando descarregou as imagens obtidas com sua câmera digital, pode ver o retrato de uma menina, sentada no fundo da sala e completamente à parte do resto de seus companheiros, e que nenhum dos participantes tinha visto na reunião. Confusa, mostrou para seus colegas, e todos concluíram que ela não tinha participado da reunião, nenhum a reconheceu, nem a consideravam uma aluna regular do colégio. Todos alegaram que não estava na escola, nunca tinha assistido aulas e não tinham registros da pequena, segundo as autoridades. “Muitas pessoas viram a imagem. Chama a atenção. É como uma figura borrada que se senta no lugar. Alguns dizem que é o fantasma do auditório”, informou Daniela Rivas, diretora da Escola Normal de Villa Mercedes, a Cadena 3. Para aprofundar mais o mistério, o professor Gaston Aseff, mandou a fotografia para colaboradores, especializados em imagens e detecção de falsificações, que concluiram que a evidência apresentada é uma fotografia que não foi falsificada, nem alterada ou manipulada digitalmente. Fonte: Sobrenatural.org.

METEORITO EN LA PAMPA

Meteorito na Argentina

“Explosion en el cielo al atardecer. Los vecinos de la localidad escucharon unos fuertes estruendos en el cielo y despues en el video se ve como pasan 3 objetos oscuros ascendiendo rapidamente.
Esto este acontecimiento del meteorito sucedio en La Pampa, Argentina”
Fonte: Youtube.

ARGENTINA E BRASIL

 Brasil e Argentina vão construir satélite para observação dos oceanos

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Acima: Satélite monitora América do Sul, 26/02/2008. Fonte: INPE.

 Durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Argentina, no dia 22, foi formalizado acordo de cooperação espacial que prevê a construção de um satélite para observação costeira e dos oceanos. O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, e o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Gilberto Câmara, participaram na Argentina do anúncio dos termos de cooperação.

Para o diretor do INPE, esta cooperação espacial será benéfica para os dois países. “A Argentina tem tecnologia espacial, materializada nos satélites SAC-B, SAC-C e SAC-D. O Brasil, através do programa CBERS, também está num estágio de maturidade no projeto de satélites de observação da terra. Ao unir a capacidade de projeto de plataformas orbitais da Argentina com a competência em imageadores do Brasil, o satélite conjunto demonstrará nossa capacidade de cooperar em área de tecnologia de ponta”, declarou Gilberto Câmara.

O desenvolvimento deste satélite terá impacto positivo na proteção e manejo costeiro, prevenção de desastres, proteção do meio ambiente, uso sustentável dos recursos naturais marinhos, oceanografia, meteorologia e estudo das mudanças climáticas. O grupo de trabalho estabelecido pelos dois países tem prazo de quatro meses para definir as especificações da missão e apresentar, no mês de julho, o cronograma e a descrição da divisão de tarefas.

A escolha da área de observação dos oceanos para um novo satélite é estratégica, considerando que atualmente o programa espacial brasileiro prevê satélites de observação da área terrestre do planeta (como CBERS-3 e 4, Amazônia-1 e MAPSAR), satélites científicos (Lattes-1) e satélites meteorológicos (GPM). “Observar os oceanos e as áreas costeiras é muito importante para gerenciar nosso litoral, e também entender os fenômenos meteorológicos e climáticos que estão relacionados com os oceanos, especialmente com o Atlântico Tropical e Sul e o Oceano Austral”, definiu o diretor do INPE. Fonte: INPE.

RADAR ESPECIAL

MONITORANDO O CÉU DE BARÃO GERALDO

CLIMATOLOGIA CIVIL

2008 nem bem começou e os eventos climáticos já roubaram a cena: violenta queda de temperatura na Argentina, neve no Oriente Médio e mais recentemente NEVE em BAGDÁ! O clima em Barão Geraldo essa semana mostrou que vai virar violentamente a qualquer momento: calor insuportável de dia, frio e vento de noite e nada de chuva. O RADAR ESPECIAL do site ROTA IMPOPULAR registrou alguns momentos do céu sobre nossas cabeças.

11/01/2008.

Acima: 11/01/2008, horizonte oeste, 19:35 horas. Entardecer no distrito de Barão Geraldo. Depois dos eventos climáticos registrados mundo afora, o RADAR ESPECIAL do site ROTA IMPOPULAR redobra sua atenção no monitoramento do clima em Campinas.

01/01/2008.

01/01/2008.

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01/01/2008.
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Acima: 01/01/2008, 17:24 horas. Ano começa nublado e com chuva em Barão Geraldo.
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OLHE SEMPRE PARA O CÉU!
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Britney Spears

2008: 8 e 80

 

Severa onda de calor na Argentina termina com nevasca

 

NEVADA. 

 

Onda de calor com sensação térmica de até 54ºC traz colapso energético na Argentina e termina com dramático resfriamento

 

 

ARGENTINA

 

A nossa fascinante atmosfera nos proporciona mais um surpreendente espetáculo nesta quinta-feira na América do Sul. No mesmo momento em que uma brutal onda de calor castigava o norte do país, os argentinos do sul presenciavam neve em pleno mês de janeiro. As zonas altas de Bariloche e diversos bairros da cidade amanheceram hoje cobertos por uma fina camada de neve. A temperatura tinha atingido os 30ºC durante o último final de semana. As nevadas mais fortes ocorreram no Cerro Catedral e na Villa los Cohiues, no sul de Bariloche. A mínima em pleno centro de Bariloche, onde também nevou (foto acima), foi de apenas um grau com chuva. De repente, no meio da manhã, a chuva se converteu em flocos na área central da localidade turística. Em San Martins de Los Andes também nevou em alguns bairros da cidade. O fenômeno também foi observado em Chapelco, onde a temperatura oscilava entre 0ºC e 3ºC. A neve cobriu de branco na manhã de hoje grande parte da Cordilheira de Chubut em que a Meteorologia da Argentina descreveu como um ‘estranho’ acontecimento depois de dias com jornadas ‘tórridas’. No meio da manhã a temperatura não superava os 3ºC em Esquel, cidade mais importante da Cordilheira de Chubut e situada a 600 quilômetros a oeste de Viedma e a 290 quilômetros ao sul de Bariloche. ‘Não sei se tiro do armário a piscina de plástico [pelopincho] ou quem sabe os esquis’, brincou o morador Ricardo Bustos em entrevista à imprensa argentina. Fonte: MetSul